27 de fevereiro foi o dia escolhido para
comemoração do “Dia Nacional do Livro Didático”. Sabe-se, pela história, que as primeiras publicações
didáticas surgiram no Brasil logo após a chegada da família real portuguesa, em
meados de 1808. Com a
Independência do Brasil, em 1822, entram em vigorar as primeiras leis de
educação. A partir de 1920, com a
inauguração das primeiras indústrias de papel, em São Paulo, inicia-se a
fabricação nacional de livros didáticos. Em 1929 o Estado cria um órgão específico para legislar sobre políticas
do livro didático, o Instituto Nacional do Livro (INL), contribuindo para dar
maior legitimidade ao livro didático nacional e, conseqüentemente, auxiliando
no aumento de sua produção. Com Getúlio Vargas, em 1930, foi criado o Ministério
da Educação e Saúde, ano em que se cogita o dia do Livro Didático pela primeira
vez.
Em 1938,
foi criada a Comissão Nacional do Livro Didático. Na década de
1940, tanto o ensino secundário quanto o universitário passaram por reformas.
Tudo isso fez aumentar o número de estudantes e a circulação de livros
didáticos. Resumindo, a trajetória do livro didático no Brasil iniciou-se em 1929,
com a criação do Instituto Nacional do Livro (INL), sua política oficial passou
por diversas adaptações, até chegar ao atual Programa Nacional do Livro
Didático, criado em 1985.
Avaliando o uso do Livro didático em diversas fases da educação, entre
professores e estudantes, percebe-se que o mesmo mostra-se como um importante e
eficiente instrumento no processo ensino-aprendizagem, pois, conforme salientam
alguns educadores, “o livro didático se encontra internalizado no professor”
(Coracini, 1999), porém, o professor continua no controle do conteúdo e, a
eficiência ou ineficiência desse uso dependerá do uso que o mesmo o fará dele.
Por isso, não há como
negar que, mesmo no século XXI, não há como dispensar a importância desse
importante instrumento auxiliador do processo ensino-aprendizagem, o “Livro
Didático”.






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